Page 32 - Marmoraria - DOC 20
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          As  eventuais  alterações  decorrentes  do  ataque  químico  são  avaliadas  visualmente,
          anotando-se os seguintes aspectos:


          4 Variação de cor (observada ou não observada);

          4 Dissolução (não observada, fraca, moderada ou intensa);

          4 Desprendimento mineral (não observado, fraco, moderado ou intenso).



















                                                        A                                B


                          Ilustração de ensaio de resistência ao ataque químico e de seus efeitos
                          em rochas de coloração escura (A) e coloração clara (B). Nota: porção
                           superior das imagens mostra efeitos de contato com ácidos e porção
                              inferior, com reagentes alcalinos (Fotos: Maria Heloisa Frascá).



                                     Resistência ao manchamento



          O ensaio de resistência ao manchamento objetiva verificar, sob o ponto de vista estético, a

          ação deletéria de agentes manchantes selecionados, quando acidentalmente em contato
          com a rocha. Objetiva, dessa forma, à orientação do uso e manutenção da rocha, como
          tampos de pias ou de mesas e no revestimento de áreas, como cozinhas e escritórios.


          O ensaio baseia-se na norma ABNT NBR 13818:1997 – anexo G, modificada para atender às

          rochas ornamentais.

          Os agentes manchantes representam produtos de uso cotidiano doméstico e/ou comercial,

          agrupados  em  culinários  e  não  culinários,  que  são  aplicados  individualmente  sobre  a
          superfície de placas polidas, numa área de formato circular, com cerca de 2 cm de diâmetro.
          O tempo de contato com a rocha é de 24h.
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